Devo começar dizendo que o número 3 dessa contagem já era conhecido desde os tempos do número 1. Ele foi o primeiro amigo que fiz quando me mudei para o litoral.
Eu estava num dos muitos momentos de separação do relacionamento 1 quando o conheci. Ele era o típico "gigante gentil", alto, forte, voz grossa, mas com um olhar super terno e uma inocência ímpar.
Chegamos a nos envolver, ele foi uma das vítimas do meu relacionamento 1, nos afastamos, mas ficou um quê de mal resolvido.
Eu já tinha 19 anos quando voltamos a nos envolver, tinha acabado de passar no famigerado vestibular de jornalismo, saímos por um bom tempo até ele ter a confiança de que o número 1 era carta fora do baralho.
Namoramos por 6 anos, sendo que os últimos 2 já não faziam o menos sentido... Foi uma paixão intensa, num determinado momento fomos morar juntos, mas tínhamos um relacionamento aberto, embora nenhum dos dois nunca tenha usado essa carta - até o número 4 entrar na história.
Foi uma experiência maravilhosa, ele vinha de uma família complicada, então "adotou" a minha, todo mundo o adorava e ele era ótimo, só era ruim pra ele mesmo.
Ele era um puta técnico em informática que não se formou porque a madrasta impediu que o pai pagasse a faculdade, madrasta essa que bota qualquer madrasta de conto de fadas no chinelo, ô mulher ruim da porra!
Quando fomos morar juntos, conheci muita gente online! Exploramos a novidade que era a Internet banda larga de todas as formas possíveis e imagináveis, juntos e separados.
Ele levou um golpe de ex sócio numa loja de informática, grana curta, passamos por uns bons perrengues...
Nosso relacionamento já estava desgastado, eu tentando fazer com que ele enxergasse o potencial, se aprimorasse, parasse de fazer serviço de graça e ele, por algum motivo, ignorando. Mas é claro que, depois de terminarmos, tudo o que eu sempre pedi foi feito... Às vezes eu tenho a sensação de que minha missão na Terra é fazer homens melhores para as próximas namoradas... rsrsrsrs...
Eu, como boa companheira que sou, não queria terminar um relacionamento com o cara na merda. A família dele tinha uma casa no ABC que foi colocada e venda e eu pensei: bom, assim que a casa for vendida e ele estiver financeiramente estruturado, eu pulo fora. É claro que essa merda só desenrolou depois que a gente terminou!
Foi no meio desse relacionamento que se desenrolou a parte 4 desse tópico e um algo a mais, que poderia ser a parte 5, mas que eu prefiro chamar de "O Grande Amor da Minha Vida.
Nos idos de 2002, eu havia acabado meu curso de inglês e passei a usar o Skype para praticar o idioma. Assim eu, com 21 anos, conheci um garoto de 18, chileno, que também queria praticar o idioma. Eu vou falar dessa amizade e de tudo relacionado a ela em outros tópicos...
Vamos ao número 4. No último ano do nosso relacionamento eu entrei na faculdade de História e conheci o chamado número 4... Cozinhei essa paixão por uns 8 meses e tive uma conversa franca com o número 3, que me disse: Temos um relacionamento aberto, viva esse tesão, mas volte pra minha cama.
Óbvio que isso não deu certo, afinal, vamos lembrar que eu já estava ensaiando pular fora há dois anos!
Então, após muito quebra-pau sobre a passividade do número 3 perante a vida e com a possibilidade de um novo amor, em outubro de 2004 esse relacionamento começou a afundar e terminou cerca de um mês depois, dando espaço ao meu relacionamento mais longo até o momento...
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